quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Religião X Espiritualidade

Recebi em um email e compartilho com vcs, achei muito boa a colocação do autor(a).

""Religião não é apenas uma, são centenas de instituições.
Espiritualidade é apenas uma – uma percepção, uma sensibilidade.
Religião é para os que ainda “dormem”.
Espiritualidade é para os que já “despertaram”.

Religião é para aqueles que necessitam que lhes diga o que
fazer, que ainda necessitam de ser guiados.
Espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
Religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
Espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo.
Religião não indaga nem questiona.
Espiritualidade questiona tudo.
Religião inventa (dogmas).
Espiritualidade descobre.

Religião pode impor, ameaçar e amedrontar.
A espiritualidade te dá P az Interior.
Religião fala de pecado e de culpa.
Espiritualidade te diz: “aprende com o erro”.

Religião reprime, pode te fazer falso.
Espiritualidade transcende e te faz verdadeiro!
Religião (institucional) não é Deus, é meio.
Espiritualidade é Tudo e portanto é Deus.

Religião é humana, é uma organização com regras.
Espiritualidade é Divina, com princípios naturais.
Religião é causa de divisões.
Espiritualidade é fator de união.

Religião te busca para que nela acredites.
Espiritualidade – tu tens que buscá-la.
Religião segue os preceitos de um livro sagrado.
Espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

Religião se alimenta da anti-crítica, da “consciência pesada”, dos clichês mentais e do medo.
Espiritualidade se alimenta da Confiança e da Fé (naturais  -não dogmáticas).
Religião faz viver restrito ao pensamento estereotipado.
Espiritualidade faz Viver na Consciência.

Religião se ocupa com parecer conforme modelo.
Espiritualidade se ocupa com Ser.
Religião alimenta o ego.
Espiritualidade nos faz transcender nosso ego.

Religião nos leva a renunciar ao mundo, independente do que é bom ou mal, natural ou artificial.
Espiritualidade nos faz viver a Obra de Deus, não renunciar a Ela.
Religião é adoração (fé dogmática).
Espiritualidade é Meditação (fé natural).

Religião sonha com glória e com paraíso idealizados.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
Religião vive no passado e no futuro.
Espiritualidade vive o presente.

Religião enclausura nossa mente e coração.
A espiritualidade liberta nossa consciência e sentimento.
Religião fala de vida eterna como recompensa.
Espiritualidade nos faz consc iente da Vida, agora e no futuro.

Religião promete para depois da morte...
Espiritualidade é, transcendendo o fenômeno natural da morte, encontrar Deus em Nosso Interior, desde já.""


Autor anônimo

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Reflexão para Janeiro

" Sentir compaixão não é o bastante. É preciso agir. A ação pressupõe dois momentos: o primeiro é quando vencemos as distorções e aflições de nossa própria mente, aplacando ou até mesmo nos livrando da raiva. Esse momento é fruto da compaixão. O segundo é de caráter social, de âmbito publico. Quando alguma atitude precisa ser tomada para corrigir erros neste mundo e a pessoa está Sinceramente preocupa com seus semelhantes, então tem de se engajar se envolver."


Dalai Lama

sábado, 15 de janeiro de 2011

A Função da Ansiedade - Nossa Capacidade de Previsão

Nas classes “mais elevadas” de animais, particularmente a dos mamíferos, circunstâncias ameaçadoras provocam um tipo de dor que chamamos de ansiedade. A ansiedade é um tipo especifico de reação dolorosa que serve para fazer com que esses animais de classe mais alta evitem circunstâncias que possam oferecer perigo.
O estomago, como órgão responsável pela digestão dos alimentos, tem receptores de dor que reagem a quantidade de nutrição que recebe. E , analogamente, o cérebro, onde todas as informações ficam armazenadas, reage a quantidade das informações que recebe. Por exemplo, um filhote de coelho aproxima o focinho do fogo pela primeira vez. A temperatura muito alta estimula os receptores de calor espalhados por sua pele. O estimulo negativo – doloroso – excita os reflexos motores e faz o coelho afastar-se do fogo. Após escapar dessa situação com apenas uma queimadura superficial, ele codificará a experiência dolorosa na forma de uma lembrança. De agora em diante, sempre que ele perceber a presença do fogo, a lembrança dessa experiência o alertará para não se aproximar. Não precisará mais passar pela dor de ser queimado, porque sua memória servirá como pára-choque contra o que emitir calor excessivo.
Embora a capacidade de armazenar e usar lembranças faça com que o coelho evite o fogo, não significa que a lembrança de ser queimado seja completamente isenta de dor. A fim de lembra-lo da possível ameaça que o fogo e o calor excessivo representa, a lembrança provocará nele o tipo de desconforto que chamamos de ansiedade. Dessa maneira a ansiedade lhe causará certo grau de desconforto, apesar de servir para protege-lo de sofrer dano físico real. O fato de que lembranças possam causar desconforto psicológico – ansiedade – demonstra que elas guardam tanto informações emocionais, quanto as puramente factuais. Na verdade, a memória emocional tem sido atribuída a amídala do cérebro que, quando danificada, pode causar a perda da capacidade do individuo de recuperar lembranças que contem conteúdo emocional.
Com essa avançada capacidade de armazenar lembranças emocionais, juntamente com a de experimentar a ansiedade, um organismo não tem mais de suportar dano físico real antes de enfrentar experiências potencialmente perigosas. A ansiedade, assim, age como um dispositivo de alarme que mantém um organismo sempre alerta contra ameaças antes que elas se concretizem.
Vejamos um exemplo extremo de como a ansiedade é útil. Imagine que o coelho entra em uma caverna e vê-se frente a frente com um feroz leão. O perigo da situação faz com que o coelho experimente os mais dolorosos sintomas de ansiedade, todos com a finalidade de impeli-lo a escapar da ameaça. Alguns desses sintomas são: taquicardia, tensão muscular, hiperventilação, tremor e transpiração, todos alertando o coelho a fugir da fonte de seu desconforto – no caso o leão – o mais rapidamente possível. Assim, embora o leão ainda não tenha posto a pata sobre ele, o coelho já experimenta a dor da ansiedade.
Num caso como esse, em que o animai depara com uma ameaça mortal, os sintomas da ansiedade podem ser extremamente dolorosos. A ansiedade, dessa forma, serve como uma adaptação vantajosa porque incentiva um animal a reagir de perigos com mais rapidez e eficiência. Se o coelho escapar das garras do leão, codificará essa experiência geradora de ansiedade na forma de lembrança. Agora, na próxima vez em que ele sair de sua toca, a lembrança da ansiedade que experimentou em seu anterior encontro com o leão o impedirá de chegar perto de cavernas, ou até mesmo de outro leão. Graças a essa função da ansiedade, nosso coelho não precisará ser atacado varias vezes por um leão para saber que deve evita-lo. Por esta razão, a ansiedade representa uma necessidade biológica.
Como o cérebro humano é maior e mais complexo do que os dos animais de todas as outras espécies, nossa capacidade cognitiva é muito mais sofisticada. Em primeiro lugar, nosso cérebro tem espaço para armazenagem muito maior, de modo que podemos reter muito mais lembranças. Em segundo lugar, nossa espécie possui grande capacidade de compreender um possível futuro. O resultado dos efeitos combinados dessas nossas capacidades é que somos motivados e buscar alimento e abrigo, não apenas para o presente, mas também para o futuro, porque sabemos, por exemplo, que a fome causa dor, e porque podemos fazer previsões. Diferentemente de muitos ancestrais evolucionários, que dependem dos estímulos imediatos da fome para serem motivados a procurar nutrição. Os seres humanos são compelidos a certificar-se de que há alimento disponível muito antes de precisarem dele. Essa capacidade de previsão nos dá o beneficio adicional de ter mais tempo para suprir nossas necessidades vitais básicas. Pelo fato de um organismo mais simples precisar de estimulo imediato da fome para ser motivado a procurar o necessário suprimento de alimento, pode receber o aviso de que deve procura-lo com apenas alguns dias de antecedência, antes de morrer de fome. No caso dos seres humanos, entretanto, como resultado de nossa avançada capacidade de previsão, somos compelidos a procurar comida muito tempo antes de sentirmos fome.
Embora essa capacidade trabalhe a nosso favor, vem acompanhada de uma desvantagem. Devido a nossa incrível capacidade de previsão, em vez de apenas sentirmos ansiosos a respeito das ameaças do presente, nós, humanos, experimentamos ansiedade por todas as possíveis ameaças que põem nosso futuro em perigo. Assim, não apenas sentimos ansiedade sobre conseguir a próxima refeição, como também refeições do sai seguinte. E não é apenas com alimento que nos preocupamos, mas com tudo aquilo de que precisamos para nos manter no futuro. Por esta razão, embora nossa capacidade de previsão represente uma vantagem, gera também uma tremenda carga de ansiedade.
De muitas maneiras, a função da ansiedade representa nossa principal defesa na luta incessante pela sobrevivência. É ela que nos mantém alertas e vigilantes, sempre em guarda contra as ameaças de fome, desidratação, calor, frio excessivo, pessoas estranhas, doenças, animais predadores, plantas venenosas, objetos afiados, incêndios, enchentes, secas, furacões, escuridão etc., todas as coisas contra as quais temos habilidades única de nos precavermos muito tempo antes de elas representarem uma ameaça real. É essa função da ansiedade que nos motivou a manufaturar o fogo e a luz elétrica, a desenvolver todos os tipos de tecnologias médicas, a construir represas e fortificações estruturais, a construir silos para armazenagem de alimentos, a inventar meios de refrigeração. Por causa de nossa elevada capacidade de previsão, combinada com a ansiedade gerada pelo medo de possíveis ameaças, nós nos preocupamos obsessivamente com o futuro. É necessário que seja assim, porque, no instante em que nos tornarmos negligentes e baixarmos a guarda, ficamos vulneráveis em um mundo de perigos e predadores em potencial. Em suma, quanto menos ansiosos somos, mais vulneráveis nos tornamos e, portanto, corremos mais perigos.
Enquanto outros animais tem garras e dentes afiados com os quais se protegem, nós seres humanos, temos a capacidade de previsão. Com essa capacidade, estamos muito mais bem equipados para nos fortalecermos contra ameaças do que qualquer outra criatura. Todavia, esse tipo de inteligência avançada tem um preço bastante alto.

Karma - "Definição por Dalai-Lama"

Karma é uma palavra sânscrito que significa "ação". Designa uma força ativa, significando que o resultado dos acontecimentos futuros pode ser influenciado por nossas ações. Supor que Karma é uma espécie de energia independente que predestina o curso de toda a nossa vida é incorreto! Quem cria o Karma? Nós mesmos. O que pensamos, dizemos, fazemos, desejamos e omitimos cria o Karma. Não podemos, portanto, sacudir os ombros sempre que nos defrontamos com o sofrimento inevitável. Dizer que todo o infortúnio é mero resultado do Karma equivale a dizer que somos totalmente impotentes diante da vida. Se isso fosse verdade, não haveria motivo para se ter qualquer esperança.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

JAH-HOVAH ( JEOVÁ )

Recebi esta matéria de um grupo do Yahoo, foi-me emviada por Witch Crow.

 .


-REPASSANDO-


""DEUS CRISTÃO- [ diria eu: Judeu ] EM RELAÇÃO A DEUSA DO PAGANISMO E SUAS CARACTERÍSTICAS""


""Ídolo de cobre do ano 1.200 antes de Cristo. Trata-se, evidentemente de uma divindade fálica encontrada no santuário de Timna. Supõe-se que seja uma representação de Yahweh [Jeovah], encontrado em Kuntillet el Ajrud, Israel, em 800 d.C.. Yahweh, é famoso por seu falo indicativo de sua prodigiosa capacidade de reprodução. — [Beno Rothenberg, et al. The Egyptian Mining Temple at Timna. Institute for Archeo-Metallurgical Studies Institute of Archaeology, University College London. 1988].

Jeová era hermafrodita. Para muitos, a informação pode parecer estranha ou mesmo chocante mas é a verdade que emerge do estudo da mitologia do "Deus de Israel". É um título justo porque Jeová, foi, realmente, o Deus específico daquela antiga nação. De fato, o monoteísmo dos primeiros judeus, recém saídos da Mesopotâmia, não era um monoteísmo [nunca foi e ainda não é] fundamentado na crença em um Deus universal, Deus criador de todas as Coisas, de todos os seres, Deus de todos os Homens.

Jeová foi [e é] o Deus dos seguidores de Abraão, um patriarca [chefe de tribo, clã] originário, até onde se sabe, da cidade de Ur, na Caldéia, ou seja, na Mesopotâmia, região que abrigou a famosa Babilônia, atual Iraque. O próprio nome do povo - JUDEU - deriva da antiga denominação, Yah-oudi, a eles aplicada e por eles considerada ofensiva! Yah-oudi pode ser entendido como "Jeovitas", "Jhaevoadianos", "Jodhadious"ou, simplesmente, seguidores de Jah-Hovah.

O nome Jeová é a simplificação do original hebraico Jah-Hovah, palavra composta: JAH ou JOD ou, ainda YOD significa phallus, falo, pênis, macho: "A letra hebraica Jod representava o membrum virile" [BLAVATSKY, 2003]. Hovah significa vaso, cavidade, arca, concha. fêmea (e, mais tarde, vagina, do latim, metáfora relacionada ao estojo onde os guerreiros guardavam sua espada; bainha de espada).

A ilustração é reconhecida por muitos estudiosos como Yahweh Alado sobre um Querubim acompanhado de uma deusa, também alada, Asherah, pairando sobre "a árvore sagrada". Note-se o falo, bem definido de Jeovah. (FONTE: University Fribourg, Switzerland. Vandenhoeck & Ruprecht, Gottingen. 1999.)

Portanto, Jeová significa "macho-fêmea", "pênis-vagina", um ser que reúne atributos genitais de ambos os sexos; um hermafrodita. Por isso, o judaísmo ainda primitivo e popular, o judaísmo do rei Davi, é considerado como uma religião fálica, porque os traços distintivos de sua divindade, Jeová, são signos da sexualidade, do ato da geração. A Arca da Aliança judaica [porque outros povos também têm suas "Arcas"] possui um simbolismo sexual notado por vários estudiosos: "Os dois querubins colocados frente a frente sobre o cofre [a Arca], têm as asas abertas de tal maneira que foram um perfeito Yoni [genitália feminina]". Hargrave Jennings, em sua obra Phallicism, escreve: "Sabemos pelos anais judeus que a Arca continha uma tábua de pedra e que se pode demonstrar que esta pedra era fálica".

Aos invocadores contemporâneos de Jah! é bom informar que essa palavra jamais foi sinônima de "Deus", Alá, Altíssimo, Criador do Universo ou qualquer outra expressão com a qual é designado o Deus do monoteísmo contemporâneo, cristão ou não. "Para o esoterismo hebreu... a principal função de Jeová era dar filhos... Ele era a medida do ano Lunar... ciclo de tempo que foi tomado como a causa da ação geradora sendo, por isso, objeto de culto e invocação. Entretanto, re-significações são um fenômeno próprio das línguas vivas e, assim, Jah poderá ser palavra pronunciada para se referir ao Supremo Arquiteto do Cosmos se o povo, supremo monarca da gramática real, assim o desejar.""

BIBLIOGRAFIA


BLAVATSKY, Helena Petrovna. A Doutrina Secreta vol. III — Antropogênese. São Paulo: Pensamento, 2003.
A Doutrina Secreta vol. IV — O Simbolismo Arcaico das Religiões, do Mundo e da Ciência. São Paulo: Pensamento, 2003.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Ecologia e as Leis do Antigo Egito


Conforme o Livro dos Mortos, toda alma era julgada no Dwat, este julgamento consistia em avaliar a vida do morto, e isso determinaria sua trajetória pelas constelações.
Nos extratos do papiro da Real Mãe Nezemt, temos as confissões Negativas - capitulo 25, prancha 5.
A trigésima sexta confissão diz: " Salve, Erw-M-Eb-F, que vem de Tebuty. Eu Não desperdicei agua."

Hoje em dia ouvimos falar sobre ecologia e a importância de proteger o meio ambiente, mas muito pouco é feito no âmbito pessoal. a maior parte dos esforços realizados para proteger o meio ambiente hoje são equivalentes a alguém tentar se proteger de um furacão usando um guarda-chuva! No antigo Egito, a Lei civil declarava que, se você cortasse uma árvore, poderia ser morto; se desperdiçasse agua, poderia ser morto; se matasse um animal, poderia ser morto. a lei civil preservava o meio ambiente e ao mesmo tempo impedia que as pessoas cometessem pecados contra a natureza sem perceber.

Prece - Papiros de Hunefer



Para começar o ano, quero deixar a transcrição de um dos papiros de Hunefer, do "Livro dos Mortos" do Antigo Egito.
Esta prece está nas inscrições da Prancha 9. & 9-11.

" Ó criadores da vida, concedei-me vossa ajuda para que eu possa tornar-me um principio divino entre vós. O que isso significa? É a humanidade gerada pelo aspecto criativo de De@s, depois que Ele formou todas as coisas viventes a partir de Si mesmo. Elas surgiram como leis vivas que seguem a Luz de De@s com conhecimento no transcurso de todos os dias."