sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2011

Um ótimo 2011 para todos !!!

Ano 4. Ano de materializações, sucesso e crescimento. Mas, cuidado com a ambição! Simboliza o quadrado, forma geométrica de criação humana, [quatro ângulos], pois NADA na natureza tem esta forma. Assim sendo, considera-se um número de materialização, formação concreta das coisas. Entretanto, esta forma desperdiça muita energia, diferente do círculo que a economiza. Muita atenção com saúde e equilibro mental. A natureza tenderá a por em ordem muita bagunça provocada pela ambição humana, assim não ficaremos tão tranqüilos quanto aos desastres naturais.
A Mãe Terra é muito sábia, e tudo que estiver fora de ordem, será organizada. Ela é imparcial e conspira sempre para o equilibro natural das coisas.

Um Grande abraço, e nos veremos novamente em 2011.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Enya - On your Shore

Adiemus - Adiemus

RAPA NUI - Ilha de Pácoa [ Lição para a Humanidade ]



A aura de mistério que envolve os 171 km quadrados da ilha de Páscoa pode ser sentida de longe. A imagem dos moais – esculturas gigantescas representando seres sagrados – vem à cabeça com a força de um enorme ponto de interrogação. Mas as perguntas a respeito do pedaço de terra mais isolado do planeta não param de surgir conforme mergulhamos no seu universo sem igual. A pálida vegetação rasteira e a costa repleta de pedregulhos vulcânicos contrastam com o pouco verde visível, principalmente nos arredores de dois dos três vulcões inativos, onde a natureza ainda conseguiu se reciclar.
Algo de muito errado aconteceu ali. Isso é bem claro. A ilha de Páscoa foi cenário de uma experiência humana mal-sucedida. E o recado para o resto do planeta está lá para ser dado.
Em poucos mais de mil anos, uma civilização ocupou a ilha, viveu seu esplendor, criou um sistema de escrita, esgotou completamente os seus recursos naturais, mergulhou em tempos de escuridão causados pela fome quase absoluta e, por fim, sucumbiu ao contato com civilizações mais avançadas que a sua. Graças a estudos realizados ao longo dos séculos 19 e 20 por cientistas como pioneira inglesa Katherine Routledge e o norueguês Thor Heyerdahl, hoje é possível traçar uma história clara da Ilha de Páscoa e de seus habitantes originais.
Segundo os relatos passados de pai para filho, um rei e seu pequeno séqüito chegaram à ilha por volta do século 7. seu nome era Hotu Matu’a e suas origens, um mistério. A paisagem era deslumbrante: um paraíso tropical repleto de palmeiras, pássaros, cavernas vulcânicas onde os novos habitantes logo se instalaram. A ilha ganhou nome: Rapa Nui.
Os herdeiros do primeiro rei dividiram-se em tribos e desenvolveram sua região perpetuando a história de seus antepassados com rituais sofisticados. Cerca de trezentos anos depois da chegada, os ilhéus passaram a honrar sua memória de maneira grandiosa. Aos pés do vulcão Rano Raraku, as tribos passaram a esculpir gigantes de rocha vulcânica. Hoje sabe-se que os moais representavam ancestrais e cada plataforma (os ahu) pertencia a uma linhagem diferente.
Graças a riqueza de recursos naturais e a vida sem muito esforço, os nativos puderam se dedicar a produção desenfreada das estátuas. Estudos e simulações mostraram que um grupo de 20 homens poderia esculpir um moai de seis metros e 7ª toneladas e transporta-lo ao seu ahu no período de um ano.


O frenesi místico e artístico que transformou a ilha de Páscoa no talvez maior museu a céu aberto do planeta cobrou um preço muito alto. Para transportar as centenas de estátuas, os nativos tiveram de usar troncos como eixos móveis. O desmatamento indiscriminado literalmente acabou com todas as arvores do lugar. Sem a reciclagem do ecossistema, os pássaros deixaram de migrar para a ilha. O solo empobreceu. E até mesmo a pesca tornou-se instável: sem troncos, não havia mais canoas grandes o suficiente para pesca em alto mar, limitando-se ao litoral repleto de armadilhas criadas pelas pedras vulcânicas. Os ilhéus estavam condenados a ficar na devastada Rapa Nui – nem fuga para outras ilhas, uma manobra comum aos polinésios, era possível sem suas canoas.
O período de trevas logo começou. As tribos passaram a se enfrentar. Os moais eram derrubados para humilhar adversários vencidos. A comida desapareceria. Historias de canibalismo começaram a surgir, principalmente na soturna Ana Kai Tangata, ou algo como “caverna onde homens são comidos.”
Os povos sobreviventes passaram por transformação espiritual. Do culto aos moais, elas passaram a viver  a Era do Homem-Pássaro. Em cerimônias na aldeia de Orongo, um conjunto de casas de pedra no ponto mais alto do vulcão Rano Katu, os nativos competiam uma vez por ano para escolher um eleito.


Para transformar-se em Homem-Pássaro e ser o representante do deus Makemake na terra, o candidato tinha que saltar do penhasco formado pela cratera do vulcão, nadar por águas infestadas de tubarões até as ilhotas Moto Nui e Motu Iti e trazer de volta um ovo de um pássaro migratório, a Fragata. O culto presseguiu até pouco antes da chegada dos europeus. Suas marcas são vistas nos 1.274 petróglifos espalhados pelas rochas do sitio arqueológico de Orongo.
Em 1722, o holandês Jacob Roggeveen descobriu a ilha. Ele a colocou na rota internacional e abriu o caminho para as doenças que minaram a saúde dos sobreviventes. Pior: mostrou o rumo para traficantes de escravos peruanos responsáveis pela quase extinção dos nativos. Um final trágico para uma história sem igual – pelo menos, por enquanto... (rsrsrsr) Porque se as coisas atualmente no nosso planeta continuarem assim, nós destruindo todos os nossos recursos, provavelmente teremos o mesmo final. 

domingo, 26 de dezembro de 2010

TRIÂNGULO DAS BERMUDAS


A região tem uma área de 1,14 milhão de metros quadrados. Os vértices do triangulo são Melbourne, na florida, as ilhas que formam bermudas (caribe) e porto rico. O termo triangulo das bermudas  foi criado em 1964 pelo norte-americano Vincent H. Gaddis, escritor e investigador que se especializou em fenômenos que desafiam a imaginação humana.
Mas os incidentes no local vem de longa data. Mais precisamente há 500 anos, quando era conhecido como o “Mar dos Sargaços” ( nome derivado da alga Sargassum) já assustava navegantes experientes. Lendas sobre o mar foram citadas por fenícios e cartagineses, que cruzaram há milhares de anos, como demonstram inscrições em pedras encontradas no Brasil e nos EUA e em tesouros de moedas fenícias e cartaginesas descobertas nas ilhas Açores e na Venezuela.
O navegante cartaginês Hilmico apresentou um quadro dramático de como era o mar: “ Não é notada brisa que move o barco, tão morto está o perigoso vento deste mar quieto... Os monstros marinhos se movem continuamente em todas as direções e existem bestas ferozes que nadam entre os barcos que se arrastam lentos e preguiçosos.”
Descontando o que pode haver de fantástico na descrição, ao longo dos tempos houve muitos desaparecimentos de navios e aviões na região. Mas muitos parece não ter sensibilizado a maior seguradora do mundo, a Lloyd’s , de Londres, que reafirmou em documentário no Discovery Channel que não há taxas extras para seguros de embarcações e aeronaves com rotas regulares para o Triangulo das Bermudas, simplesmente porque nõ há um índice de acidentes maior do que em qualquer lugar do mundo. A declaração da empresa aparece em carta endereçada a Mary Margaret Fuller, editora da revista ‘Fate”, em 4 de abril de 1975. “Segundo os registros da Lloyd’s, 428 navios foram dados como desaparecidos em todo o mundo desde 1955 e nosso serviço de inteligência não encontrou provas que corroborem a alegação de que há mais perdas no Triangulo das Bermudas do que em qualquer outro lugar.”
Acidentes técnicos, erros humanos, tempestades, choques com animais marinhos, vulcanismo submarino, bolhas d’água que se elevam e tragam tudo, piratas, ação de redes de tráfego e contrabando, empresas particulares ou governamentais que seqüestram cargas marítimas ou aéreas. Buscou-se as mais diferentes explicações para os desaparecimentos de embarcações e aviões no triangulo.
O professor Wayne Moshejian, físico da universidade de Longwood, Virgínia, observou que, a partir de 1975, satélites da ANOA ( Associação Nacional de Oceanografia e Atmosfera) a uma altitude de 1.500 km apresentavam defeitos apenas quando se situavam sob a região das Bermudas. Moshejian, acredita que há um tipo de energia externa sob a água ou um enorme campo magnético que apaga as fitas nas quais as imagens são registradas. Mas, devido a uma causa misteriosa, não interfere no padrão orbital do satélite.
Como sempre, há quem defenda uma atividade extraterrestre. Ela já apareceu em 16 de setembro de 1950, quando o repórter E.V.W Jones, da Associated Press, noticiou “ misteriosos desaparecimentos de navios e aviões entre o litoral da Florida e as Bermudas”. Cinco anos depois, o pesquisador de ÓVNIS M.K.Jessup abordou as historias de Jones em seu livro “ O caso dos ÓVNIS”. Ali, sugeriu que a responsabilidade pelos incidentes cabia a inteligências alienígenas, que teriam capturado os aviões com uma enorme nave-mãe. Outro autor que contribuiu para a divulgação da aura de mistério foi Charles Berlitz, que escrevia sobre UFOs e fez suposições associando os fenômenos a extraterrestres em seu livro “O Triangulo das Bermudas.”
Alguns dos acidentes registrados:
Século 16 – Descoberto o Mar dos Sargaços, por espanhóis e portugueses, e registran-se em cartas os fenômenos.
1800 – desaparecimento do navio USS Pickering
1814- some o navio USS Wasp, com rota pelo Caribe com 140 tripulantes
1918- vai a pique o carvoeiro da marinha USS Cyclops, com 308 tripulantes
1931- desaparecimento do primeiro avião, o Curtis Robin, perto de Palm Beach, na Florida
1964- o escritor  e investigador Vivent H Gaddis cunha a expressão “Triangulo das Bermudas”.
5/12/1945 – sumiço de cinco bombardeiros-torpedeiros Avenger, no chamado vôo 19 – Toda uma esquadrilha das forças armadas americana, na segunda guerra. Daí se deu inicio à mística desse lugar.
1975 – desaparecimento do camaroeiro Dawn, da embarcação Magnum, do Veleiro Merídan e do navio de cabotagem Apees Artist.
1993- sumiço do Iate Luny, com a família de Gerard Gilbert.

No entanto sabe-se que esta área possui uma das maiores fendas submersas do globo. O mistério vem dividindo muitas opiniões. Para os cientistas – uma área de grande magnetismo, para os esotéricos – lugar de Atlântida, para os religiosos – lugar onde satã caiu após sua expulsão dos céus, para os ufólogos – local de habitação de uma raça alienígena.
Em fim, e para vc?

Atualmente não ocorrem mais tantos acidentes como antigamente, muitas das rotas foram modificadas para evitar estes acontecimentos.

sábado, 25 de dezembro de 2010

VAREKAI (Cirque du Soleil)

Um Espetáculo da Vida !!! Este tipo de Imagem só nos faz analisar do que nós, seres Humanos, somos capazes. " Personagens perfeitos no palco de De@s".

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

NATAL - o Mês e a Data ( ? )

Os Magos Zoroastras estavam certos em presumir que uma criança teria nascido no momento exato da Lua nova de 16 de setembro de 1 a.C? Parece haver alguma evidencia de que essa criança (Yoshua) nasceu em setembro. Por exemplo, o relato segundo o qual "pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite" (Lucas 2:8-12) situa a data do nascimento em setembro com muito mais probabilidade do que dezembro. Os pastores não saíam para os campos no inverno (Cânticos de Salomão 2:11; Esdras 10:9,13). O costume antigo entre os Judeus era enviar as ovelhas para os campos e desertos no começo da primavera e trazê-las para casa no começo das primeiras chuvas, geralmente antes de 15 de outubro. Ainda assim, isso só reduz a data provável da natividade em meio ano.
Entretanto, uma prática curiosa dos primeiros cristãos sugere especificamente a natividade em setembro. Nos primeiros anos da Igreja, durante o banquete judeu em setembro do Rosh Hashanah, os cristão parecem ter continuado as celebrações dos mistérios  a portas fechadas, as quais, alguns sugerem, terem sido, as primeiras manifestações de festividade do Natal.
Excepcionalmente, algumas evidencias corrobam a data real de 16 de setembro de 1 a.C. Acontece que esse foi o primeiro dia do Rosh Hashanah naquele ano, quando a população de Jerusalém teria aumentado de aproximadamente 100.000 pessoas para mais de 1 milhão. Com tanta gente, teria havido pouco espaço nas hospedarias de Jerusalém e cidades vizinhas, exatamente conforme é relatado na Bíblia. O Rosh Hashanah é o ano-novo judeu, uma data simbolicamente adequada para o nascimento do Messias.
Jesus nasceu no dia 16 de setembro de 1. a.C! Curiosamente, a carta astrológica dessa Lua nova não só parece corresponder ao relato bíblico sobre a pessoa e história de Jesus, mas também combina com a história subseqüente da Igreja Cristã. Os Magos, é claro, o teriam considerado adequado, uma vez que o nascimento de Jesus era também o nascimento do cristianismo. Mas curioso é o fato de que essa antiga carta de nascimento, apesar de todos os argumentos, também parece refletir muitas das mais significativas evoluções seculares dos últimos 2.000 anos.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

"Realidade"

" Tudo aquilo que vivenciamos é psíquico. Mesmo a dor física é um evento psíquico que pertence às nossas experiências. Nossa impressão sensorial - tudo aquilo que impõe um mundo de objetos impenetráveis que ocupam espaço - são imagens psíquicas, e apenas essas são objetos imediatos de nossa consciência. Nossa própria pisque inclusive transforma e falsifica a realidade, e o faz com tal intensidade que é preciso recorrer a meios artificiais para determinar como são as coisas, à exceção de nós mesmo. Então, descobrimos que um tom é uma vibração do ar de tal freqüência, ou que uma cor é o comprimento de onda de luz de tal a tal dimensão. Estamos verdadeiramente tão enclausurados em imagens psíquicas que não podemos penetrar a essência das coisas exteriores a nós mesmos. Todo nosso conhecimento é condicionado pela pisque, a qual, por ser ela mesmo imediata, é superlativamente real. Aí está a realidade à qual o psicólogo pode recorrer, ou seja, a realidade psíquica."

(Carl Jung )

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Reflexão

" Questionar tudo; nunca evadir-se de nenhuma dificuldade; não aceitar qualquer doutrina, seja de nossa parte ou da parte de outros, sem rígido escrutínio por meio do senso crítico; não deixar qualquer falácia, incoerência ou raciocínio confuso passar despercebido; acima de tudo, insistir em ter o significado da palavra clara e precisamente entendido antes de aplicá-la; essas são lições que aprendemos dos antigos dialéticos."

[Jonh Stuart Mill]

Solstício de Verão 2010


No dia 21 de dezembro às 20:32h  no hemisfério sul, chegamos ao solstício de verão, conjunção planetária/sazonal em que o dia é mais longo que a noite. Astronomicamente falando a Luz dissipa a escuridão por mais tempo.
Juntamente com esse momento único temos A Lua Cheia em seu ápice e atingindo o plenilúnio às 06h15.
O Sol nesse momento, movimenta-se da constelação de Sagitário para Capricórnio e a Lua está posicionada em Câncer.

É o momento de vibrar bons pensamentos e elaborar as metas para o ano que se inicia. Vibrações magnéticas benéficas para o nosso planeta, assim como, para todos os seres que o habitam.

Não vamos esquecer de agradecer a De@s por todas as bençãos e a Vida que nos manteve ligado durante os solstício.